Dom Couto, um santo entre nós
Falecido em 1997, muitos já não se lembram mais deste “santo” que viveu no meio de nós como pastor, confessor, orientador espiritual, mestre e grande entusiasta de uma pastoral de conjunto, cuja bandeira já ostentava quarenta anos atrás.
De coração literalmente manso e humilde, não fazia acepção de pessoas: acolhia a todos com o mesmo amor e docilidade.
Tendo como lema de episcopado: “Não vim para ser servido, mas para servir” (Mc 20,28), deu testemunho de vida como um autêntico dehoniano, que mesmo doente e tendo que ser servido, sempre encontrou um jeito de servir à comunidade, o povo de Deus.
Após 19 anos aprisionado no leito de sua enfermidade, que foi aos poucos tolhendo de seu corpo a autonomia, no dia 30 de julho de 1997, Dom José Antonio do Couto, scj encerrou sua missão neste mundo. Viveu santamente e aceitou o martírio de sua doença, atributos necessários para se galgar os altares dos “santos”.
Desde o mês de abril de 2012, quando a Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano, reconheceu a legitimidade do processo e autorizou sua abertura, Dom Couto já é considerado “Servo de Deus” .
Quem o conheceu não se esquece jamais de seu exemplo de vida, seu sorriso franco e sua bondosa presença.
Oremos, pois, pela sua beatificação.
Servo de Deus, Dom Couto, protegei-nos!
Nome: Dom José Antônio do Couto, SCJ
4º Bispo de Taubaté
Nascimento: 01/11/1927
Natural: Formiga/MG
Ordenação Presbiteral: 01/07/1956
Ordenação Episcopal: 18/08/1974
Lema: Servir e não ser servido.
Morte: 30/07/1997 – Taubaté/SP
Por Cristina Gianesini

